A Planta Baixa da Loucura: O Legado de Hitchcock em um Mundo que Aprendeu a Construir Pesadelos

(O que escrevi em 2013 – A Hipótese da Releitura Expressionista) O capítulo final da minha monografia de 2013 era um exercício de imaginação: uma releitura do cenário de Janela Indiscreta sob a ótica do Expressionismo Alemão, a vanguarda que tanto influenciou o jovem Hitchcock. A proposta era abandonar o realismo meticuloso do filme original e, em […]

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O Lar como Armadilha: Como Hitchcock Transformou a Arquitetura da Segurança em Palco para o Medo

(O que escrevi em 2013 – A Tese da Domesticação do Terror) Em minha monografia de 2013, argumentei que o monstro mais aterrorizante de Hitchcock não era um homem, mas o próprio espaço que ele habitava. Minha análise se concentrou em como ele corrompia o conceito de “lar”, o epicentro da segurança, de duas maneiras

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Hitchcock Não Dirigia Atores, Ele Dirigia Espaços

(O que escrevi em 2013 – A Influência Expressionista) Em 2013, dediquei um capítulo para desvendar a “assinatura Hitchcock” no uso do espaço. Argumentei que sua genialidade não vinha apenas do roteiro, mas de sua formação como desenhista e diretor de arte na Alemanha dos anos 1920, em pleno auge do Expressionismo. Filmes como O Gabinete

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O que um Chão Riscado com Giz nos Ensina sobre o Poder da Arquitetura no Cinema

Atualizando o Pensamento da Monografia – Parte 1 (O que escrevi em 2013 – A Tese Central) Em minha monografia de 2013, comecei com uma provocação: a ausência. Utilizei o filme Dogville (2003), de Lars Von Trier, como um estudo de caso reverso. Ao remover as paredes, portas e toda a fisicalidade de uma cidade, substituindo-a

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RELEITURA DA CENOGRAFIA DO FILME JANELA INDISCRETA DE ALFRED HITCHCOCK

Esse texto foi uma Monografia que usei para basear meu projeto de formação em Arquitetura e Urbanismo em 2013. Decidi expô-lo aqui, afinal, ficar apenas em um armário na biblioteca da faculdade não vai fazer ninguém lê-lo. RELEITURA DA CENOGRAFIA DO FILME JANELA INDISCRETA DE ALFRED HITCHCOCK A film is – or should be –

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A obrigação de ser incrível: a vitrine, o bolo e o gosto chocho

Não é mais suficiente ser bom.Nem mesmo ótimo.Hoje, você precisa ser inesquecível. Precisa performar genialidade enquanto entrega entretenimento, precisa parecer leve enquanto carrega a pressão de mil olhos julgando sua relevância. Precisa ter ritmo de criador de conteúdo, consistência de executivo de alto desempenho e, de quebra, alguma originalidade para não parecer um pastiche do

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Protagonismo nas redes sociais: quando tudo é sobre mim e ainda assim não é sobre nada

Tem algo profundamente cansativo em observar o mundo pelas redes sociais. E esse cansaço não vem apenas do excesso de informação, mas da repetição ensurdecedora de um único discurso: o eu como centro de tudo. Todo mundo quer ser ouvido, mas quase ninguém quer ouvir. Todo mundo quer atenção, mas poucos têm algo real a

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A Falsidade no Trabalho: O Teatro Corporativo e o Medo de Ser

Se existe um lugar onde a falsidade ganhou status de competência, é no ambiente de trabalho. Sorria, mesmo que esteja à beira do colapso. Fale com segurança, mesmo que não saiba o que está dizendo.Participe da dinâmica. Faça o check-in emocional. Escreva no chat do Zoom que está tudo bem — ainda que sua alma

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Minha estreia como atriz — e tudo que o palco me ensinou sobre estar viva

No penúltimo fim de semana de junho, eu subi no palco como artista pela primeira vez. E o que aconteceu ali foi completamente diferente do que eu havia imaginado. Digo isso com o corpo inteiro, porque nada que você projeta é capaz de prever o que se sente ao viver algo assim. Foram três dias

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