Pesquisa

A indústria cultural não quer que você pense. E agora ela nem precisa pedir.

Adorno escreveu, lá no meio do século XX, que a cultura tinha virado indústria. Que o cinema, a música, os livros, tudo aquilo que um dia foi linguagem de ruptura, estava se transformando em produto empacotado. A arte passou a seguir fórmulas. A beleza virou consumo. O espectador deixou de ser alguém que sente, e

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Walter Benjamin na era da inteligência artificial

Walter Benjamin escreveu, em 1935, que a obra de arte perdia sua aura na era da reprodutibilidade técnica. Bastava que uma imagem fosse copiada mil vezes, industrialmente, para que ela deixasse de ser única e, com isso, deixasse de carregar aquele silêncio sagrado de algo que só pode ser visto uma vez, num lugar específico,

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Eu escrevo sobre amor, apesar de não acreditar mais nele

Escrever sobre amor quando já não se acredita nele é uma forma curiosa de resistência. Ou de insistência. Talvez um modo silencioso de permanecer próxima daquilo que um dia pareceu possível, mas que hoje soa cada vez mais como ficção. No meu caso, literalmente. Escrevo comédias românticas. Construo finais felizes. Invento diálogos que só funcionam

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Tetrapharmakon: o que Epicuro diria para uma geração ansiosa

Epicuro viveu no mundo antigo, mas pensava como quem já pressentia os excessos do futuro. Em vez de templos, ergueu um jardim. Em vez de seguir os discursos dos poderosos, preferiu ouvir o silêncio da natureza e o som das conversas entre amigos. Foi nesse espírito de busca pela serenidade que ele formulou o Tetrapharmakon,

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