Filmes

Walter Benjamin na era da inteligência artificial

Walter Benjamin escreveu, em 1935, que a obra de arte perdia sua aura na era da reprodutibilidade técnica. Bastava que uma imagem fosse copiada mil vezes, industrialmente, para que ela deixasse de ser única e, com isso, deixasse de carregar aquele silêncio sagrado de algo que só pode ser visto uma vez, num lugar específico,

Walter Benjamin na era da inteligência artificial Read More »

A Planta Baixa da Loucura: O Legado de Hitchcock em um Mundo que Aprendeu a Construir Pesadelos

(O que escrevi em 2013 – A Hipótese da Releitura Expressionista) O capítulo final da minha monografia de 2013 era um exercício de imaginação: uma releitura do cenário de Janela Indiscreta sob a ótica do Expressionismo Alemão, a vanguarda que tanto influenciou o jovem Hitchcock. A proposta era abandonar o realismo meticuloso do filme original e, em

A Planta Baixa da Loucura: O Legado de Hitchcock em um Mundo que Aprendeu a Construir Pesadelos Read More »

O Lar como Armadilha: Como Hitchcock Transformou a Arquitetura da Segurança em Palco para o Medo

(O que escrevi em 2013 – A Tese da Domesticação do Terror) Em minha monografia de 2013, argumentei que o monstro mais aterrorizante de Hitchcock não era um homem, mas o próprio espaço que ele habitava. Minha análise se concentrou em como ele corrompia o conceito de “lar”, o epicentro da segurança, de duas maneiras

O Lar como Armadilha: Como Hitchcock Transformou a Arquitetura da Segurança em Palco para o Medo Read More »

Hitchcock Não Dirigia Atores, Ele Dirigia Espaços

(O que escrevi em 2013 – A Influência Expressionista) Em 2013, dediquei um capítulo para desvendar a “assinatura Hitchcock” no uso do espaço. Argumentei que sua genialidade não vinha apenas do roteiro, mas de sua formação como desenhista e diretor de arte na Alemanha dos anos 1920, em pleno auge do Expressionismo. Filmes como O Gabinete

Hitchcock Não Dirigia Atores, Ele Dirigia Espaços Read More »

O que um Chão Riscado com Giz nos Ensina sobre o Poder da Arquitetura no Cinema

Atualizando o Pensamento da Monografia – Parte 1 (O que escrevi em 2013 – A Tese Central) Em minha monografia de 2013, comecei com uma provocação: a ausência. Utilizei o filme Dogville (2003), de Lars Von Trier, como um estudo de caso reverso. Ao remover as paredes, portas e toda a fisicalidade de uma cidade, substituindo-a

O que um Chão Riscado com Giz nos Ensina sobre o Poder da Arquitetura no Cinema Read More »

RELEITURA DA CENOGRAFIA DO FILME JANELA INDISCRETA DE ALFRED HITCHCOCK

Esse texto foi uma Monografia que usei para basear meu projeto de formação em Arquitetura e Urbanismo em 2013. Decidi expô-lo aqui, afinal, ficar apenas em um armário na biblioteca da faculdade não vai fazer ninguém lê-lo. RELEITURA DA CENOGRAFIA DO FILME JANELA INDISCRETA DE ALFRED HITCHCOCK A film is – or should be –

RELEITURA DA CENOGRAFIA DO FILME JANELA INDISCRETA DE ALFRED HITCHCOCK Read More »

Maria: Um Retrato Plástico de uma Diva Intensa

Entre os filmes protagonizados por atrizes que concorreram com Fernanda Torres no Globo de Ouro, Maria, estrelado por Angelina Jolie, despertava grande expectativa. A história da icônica Maria Callas é naturalmente intensa, dramática e repleta de nuances emocionais – exatamente o tipo de filme que costumo amar. No entanto, algo na execução não funcionou. Desde

Maria: Um Retrato Plástico de uma Diva Intensa Read More »